Resenha: Victoria e o Patife

capa livro Victoria e o Patife de Meg Cabot

O livro Victoria e o Patife da autora Meg Cabot é um romance de época, porém,bem, mas bem naquele estilo romance para adolescente ler haha.

O livro foi publicado no Brasil pela Galera Record e faz parte  da série Avon True Romance, que contém 12 romances de diversas autoras.

Victoria e o Patife se passa em Londres no ano de 1810, onde Victoria é uma jovem órfã que foi criada na Índia pelos tios, porém, é enviada para a Inglaterra aos 16 anos para viver com seus outros tios e a procura de um marido. Mas para a grande sorte de Victoria – ou não – ela é pedida em casamento poucos dias antes de chegar ao seu destino final e ela mal pode acreditar em sua sorte, afinal, ela foi pedida em casamento pelo Conde de Malfrey, um rapaz muito belo e educado – estou tentando escrever essa resenha usando o modo de falar da autora, o que é meio estranho haha.

Mas no navio Victoria também conhece Jacob Carstairs, um irritante capitão, que fica no seu pé o tempo todo à apelidando de Srta Abelhuda – o que a deixa extremamente irritada – e que é totalmente contrario ao seu casamento com o Conde, o que deixa Victoria sem entender o motivo de tanta implicância.

resumo do livro Victoria e o Patife - Meg Cabot

resenha livro Victoria e o Patife

O único livro que eu já tinha lido da autora era o Pode beijar a noiva, e agora em Victoria e o Patife  eu pude ver a semelhança de escrita de um livro para o outro.

O livro é bem leve, com algumas partes bem divertidas e flui de forma bem rápida, mas eu senti falta de um envolvimento maior com os personagens no geral, eles são trabalhados de forma bem superficial, o que deixou a desejar fazendo a história ser  bem morna.

resumo do livro Victoria e o Patife

capa do livro victoria e o patife

Victoria e o Patife infelizmente não entrara para a minha lista de livros queridinhos, não consegui me apaixonar por nenhum personagem – o que sempre me deixa desapontada quando acontece.

É um livro daquele que quando não temos absurdamente nada pra fazer e nem para ler, a gente pega na estante para ver no que vai dar e no fim, não dá em nada haha. A leitura em si não é ruim, mas quem for lê-lo favor não criar grandes expectativas, hem!


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